Mostrando postagens com marcador restaurante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador restaurante. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2009

rancho da traíra

eu adoro peixe, mas tem de ser bem feito, sem aquele "gosto de cheiro de barraca de peixe na feira", dá pra entender?

faço muito pouco aqui em casa, porque cozido só eu e o marido comemos, e frito, sabe como é, né? em apartamento a gente - e os vizinhos - fica com a lembrança do peixe por algum tempo.
assado é gostoso, mas eu assumo que não sei fazer, ele fica sempre parecido com isopor mal temperado...

vai daí, que sábado fomos almoçar no rancho da traíra, na vila mariana. me esbaldei!!


pedimos, de entrada, iscas de tilápia



e, depois, a tal da traíra



é incrível como o peixe vem sequinho, sem nadinha de óleo, super crocante.

uma porção pequena das iscas, uma pequena da traíra, e uma de arroz serviram 3 pessoas. a conta ficou em R$ 150,00, incluindo 2 jarras de sucos naturais.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

almoço de mãe



ontem, dia das mães, nenhuma mãe merecia ir pra cozinha, né? nem eu, nem a minha, nem a de ninguém! e ninguém merece, também, a muvuca que costuma acontecer nos restaurantes nesse dia. eu, particularmente, d-e-t-e-s-t-o! o que fazer, então?

já há 3 anos que a gente, aqui em casa, descobriu a pólvora.

costumamos frequentar, em sorocaba, há vários anos, a "costela e cia.", um simples e simpático restaurante comandado por um risonho japonês (tem foto dele no site), que serve uma costela super macia, que vem à mesa cortada em tirinhas, servida numa chapinha de ferro. pra quem não come carne, tem filé de frango, delicioso, que vem fatiado também.
pra acompanhar, um pequeno balcão de saladas com verduras orgânicas, algumas cultivadas pela mãe dele, uma panela com gohan, uma com arroz e outra feijão, além de batatinha frita e tempurá de verduras picadas. tem também farofa, daquela com farinha de milho, bem úmida.
no balcão de saladas uma couve cortada fininha como cabelo, vem servida pequenos novelos, linda! o japonês me contou que no início era cortada à mão, mas ele conseguiu uma máquina que fazia o trabalho perfeito. eu como vários e vários novelinhos.
uma máquina de refrigerantes (não me lembro a marca) oferece a quantidade que você quiser, de graça.

bom, o restaurante cresceu e teve filhotes, e dois vieram morar aqui em são paulo, um deles na vila olímpia.
durante a semana vive lotado, servindo o povo que trabalha por ali, mas aos domingos é o paraíso: vazio, super tranquilo, silencioso. ah, você ainda estaciona na porta, de graça. e o japonês que recebe na porta também é muito sorridente!

a gente vai lá de vez em quando, aos domingos, e ontem não foi diferente (nessas datas festivas, como normalmente os grupos são grandes, é melhor reservar mesa, porque pode acontecer de não ter). fomos todos: a mãe, os filhos, a nora, o neto e eu. comemos bem, sem atropelos, sem muvuca, sem barulho, sem aperto.

não tem glamour, mas quem se importa? eu, não!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

mocotó

ontem fui com a filha e o namorado (dela), jantar no mocotó. o marido não quis ir, e perdeu uma comidinha suuper gostosa.

o restaurante, lotado em plena quinta. ficamos na varanda, o que não foi muito legal, pq. estava um frio do cão, em pleno verão, e os toldos não seguravam o vento gelado.
o garçon disse que aquele é o lugar preferido no calor, e o pessoal fica horas esperando vagar um mesa lá fora. aliás, pelo que soubemos, fica-se horas esperando qualquer mesa, dentro ou fora.

a decoração não podia ser mais simples. mesas com tampos de fórmica, sem toalhas, guardanapos em latas de flandres, pimenta em garrafinhas com rolhas furadas.

comemos escondidinho de carne seca, baião de dois, feijão de corda, carne de sol assada e caldo de mocotó. difícil dizer o que estava mais gostoso.
de sobremesa, degustação de doces caseiros. pedimos doce de leite, ambrosia e compota de jaca e de caju, que vieram em tachinhos de cobre, lindinhos. eu achei muito doce, mas a filha adorou. prá agradar o marido que ficou em casa comendo sopinha de legumes - por opção, é verdade - levamos p/ ele um sorvete de rapadura, que ele ainda não comeu.

o preço também agradou. com tudo isso, mais 2 cervejas grandes, 4 sucos de laranja e um vidro de compota de jaca, a conta ficou em pouco mais de 110 reais. :)

vale muito a pena, principalmente durante a semana, quando não tem fila.