terça-feira, 21 de junho de 2011

Blondies de especiarias e chocolate branco

Fiz esta receita duas vezes: na primeira, segui tudo ao pé da letra e ficou muito, muito doce, e passou um tantinho do ponto. Na segunda, mudei algumas coisinhas e, para mim, ficou bem melhor.
A receita original é do site da Martha Stewart. Tinha visto lá e depois vi que a Patricia, do Technicolor Kitchen, fez e ficou bem lindo e apetitoso. Aí quis testar também.
Acho que já ficou evidente que adoro gengibre e as especiarias todas, né? Já fiz bolo de gengibre, de chai com brigadeiro de gengibre e, claro, um jantar indiano cheeeio de temperos e cheiros gostosos.
Vamos lá. Abaixo, a receita com as mudanças que fiz.



Blondies de especiarias e chocolate branco

- 2 + 3/4 xícaras de farinha de trigo
- 1 + 1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
- 1 + 1/4 colher de chá de canela em pó
- 1 colher de chá de gengibre em pó
- 1/4 colher de chá de cravo moído
- 250g de manteiga em temperatura ambiente
- 3/4 xícara de açúcar mascavo
- 1/2 xícara de açúcar
- 2 ovos + 1 gema
- 1 + 1/2 colher de chá de essência de baunilha
- 1/3 xícara de melado
- 150g de chocolate branco picado

Preaqueça o forno a 180º. Em uma tigela, misture a farinha, o bicarbonato de sódio, o sal e as especiarias. Na batedeira, bata a manteiga, o açúcar comum e o açúcar mascavo até clarear e ficar fofo. Adicione os ovos e a gema, um a um, batendo bem depois de cada um. Adicione a baunilha e o melado. Reduza a velocidade da batedeira e coloque os ingredientes secos aos poucos. Bata até ficar homogêneo. Desligue a batedeira e misture os pedacinhos de chocolate branco.
Leve ao forno em assadeira untada (usei uma assadeira de silicone, que não precisa ser untada – a receita original sugere que se unte uma assadeira e forre com papel alúminio também untado), por cerca de 20 minutos ou até dourar as beiradinhas. Cada forno varia bastante, cuidado para não deixar assar demais, fica meio duro e seco (pois é, já fiz isso).

domingo, 12 de junho de 2011

Pequenos contos sobre o amor

Conversa com o Theo dentro do carro (eu dirigindo, ele preso na cadeirinha lá atrás – sim, ele aproveita as curtas viagens de carro para conversas profundas):

- Nana, como a gente escolhe quem vai ser nossa namorada?
- Bom, a gente escolhe a pessoa mais legal.
- Ah.

Alguns segundos de cuidadosa reflexão depois:

- Mas então vc acha o Dé [meu marido] mais legal e minha mãe acha meu pai mais legal?

É, faltou explicar melhor.

- É, cada um acha uma pessoa diferente mais legal. Eu acho que é o Dé, sua mãe acha que é seu pai e por aí vai. Senão todo mundo ia querer namorar a mesma pessoa, imagina só.
- Ah, então é a Fulana [da escolinha]. Eu tenho duas namoradas, mas a Fulana é mais legal, então minha namorada é ela.
- Mas, Theo, vc é meio novo pra se preocupar com essas coisas, namorar e tudo...
- Ai, Nana, eu namoro só de brincadeira, né. Não é com ela que eu vou casar e ter filho [duh].


♥ ♥ ♥

Uma das melhores, dita para a minha mãe há uns dois meses:

- Ai, vovó, toda mulher que eu conheço eu se apaixono!

"Mulher", não "menina". E ele tem 4 anos. Quero ver segurar.

♥ ♥ ♥

Feliz dia dos namorados para vc e para a sua pessoa mais legal!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

vovó, como é que os bebês vão parar na barriga das mães?

theo (4 anos e meio) e eu conversávamos hoje, no caminho para a escola, sobre o futuro dele. uma conversa meio fúnebre, diga-se de passagem, porque ele estava, mais uma vez, fazendo planos para a transferência da minha casa pra ele - com todas as minhas galinhas - quando eu morresse.

daí ele disse que eu só vou morrer quando ele for adulto (ufa!), casado, e já tiver filhos - filhos não, filhA, porque filhO aborrece muito, chora muito.

de repente, numa curva, ele dispara: aliás, vovó, como é que os bebês vão parar na barriga das mães, se antes eles não existem, e não estão em lugar nenhum?*

juro que acho cedo pra explicar pra ele como as coisas funcionam de verdade, mas, por outro lado, não acho justo ficar contando historinhas de cegonha. e aí?

e aí, que acabei de fazer a curva, respirei fundo e disse que ele ainda é muito pequeno pra entender como isso acontece, e que quando ele crescesse um pouco mais eu explicaria.

ele ainda retrucou: mas vovó, me diz qual é a palavra que eu não entendo, pra eu procurar no dicionário ou no google...

tenho certeza que o assunto não vai morrer por aí.

*isso de dizer que antes não existem, é pq ele sempre pergunta onde estava antes de nascer, e a gente responde isso.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

sopa de cebola



desde que começou esse friozinho gostoso, aqui em casa tem sopa todos os dias. uma delas é a de cebola, fácil de fazer e super "esquentante".

sopa de cebola
(4 porções)

400 g de cebolas
1 1/2 colher de manteiga
1 litro de caldo de carne ou galinha
1 colher de sobremesa de farinha de trigo
1 caixinha de creme de leite
sal e pimenta do reino a gosto
fatias de pão torrado com manteiga a gosto
queijo parmesão a gosto (melhor se ralado na hora)

corte as cebolas em rodelas bem finas e doure-as na manteiga.
junte a farinha e mexa bem, até dissolvê-la.
despeje o caldo aos poucos, mexendo sem parar para não empelotar.
ferva em fogo brando por 1/2 hora.
junte o creme de leite, tempere com a pimenta do reino e acerte o sal.
despeje a sopa em terrinas refratárias, coloque o pão torrado por cima, polvilhe queijo ralado e leve ao forno para gratinar.